Cerveja Rabbit Hole: lançamento da Hocus Pocus é amor ao primeiro gole

Imperial Stout com aveia, cacau, coco, coco queimado e nozes negras, a Hocus Pocus Rabbit Hole vem ganhando os corações cervejeiros e acumulando títulos.

No último dia 13, segunda-feira, fui à Fonte Choperia para a exibição do documentário “Petroleum é Nosso! A ebulição da cerveja artesanal no Brasil”, realizado pela cervejaria DUM. Como era de se esperar, a famosa DUM Petroleum estava lá plugadíssima.

Como fã de uma boa Stout que sou, peguei o cardápio animada para pedir um copo. Foi quando reparei em outra Imperial Stout disponível naquela noite: a cerveja Rabbit Hole, um dos mais novos lançamentos da Hocus Pocus.

Sou uma pessoa que não gosta muito de ter que escolher entre uma coisa e outra. Assim, para evitar esse sofrimento, pedi um copo de cada.

As duas chegaram juntas à mesa e fui logo garantir o meus primeiros goles. Duas cervejas do mesmo estilo, extremamente bem executadas, porém incrivelmente diferentes.

Como este texto é sobre a Rabbit Hole, vou me limitar apenas a um breve comentário sobre a Petroleum: maravilhosa, como sempre. Uma cerveja marcante, com uma história de fato digna de um documentário e que diz muito sobre o mercado da cerveja artesanal no Brasil. Parabéns aos envolvidos, sempre.

Ok, eu dividi esses chopes com outra pessoa (a da frente é a Rabbit Hole e a do fundo a Petroleum).

Dado todo o contexto do meu encontro com a Rabbit Hole, vamos enfim a ela.

Uma breve e subjetiva descrição da cerveja Rabbit Hole

A Rabbit Hole me ganhou em todos os sentidos: no aroma, no paladar e na textura. Uma Imperial Stout bem completa e que entrega tudo que se propõe a entregar. É possível perceber cada adjunto usado nessa receita: o coco, coco queimado, cacau, aveia e nozes negras.

No nariz, notas de coco e chocolate ao leite se destacam. Há um quê de baunilha, que te leva a imaginar que a cerveja vai ser doce, e um leve torrado ao fundo.

Na boca, o coco queimado foi o que me chamou a atenção, porém de forma sutil, sem exagero. Meu primeiro e impulsivo comentário pós-primeiro-gole foi “car@#$o, é uma cocada líquida boazona”!

Cacau, café e baunilha também deram as caras. Os 9,5% de teor alcoólico passam quase despercebidos. O sabor é mais adocicado do que o esperado para uma cerveja de 65 IBU, mas de forma positiva.

A cerveja tem corpo alto, lembrando um licor. Apesar disso, não é aquela Imperial Stout que parece um soco na cara. É uma cerveja complexa por apresentar uma grande variedade de sabores e aromas, mas de fácil entendimento.

Ficaria tranquilamente degustando copos e mais copos dela, sem enjoar.

Como eu já tinha devorado o hambúrguer que pedi para acompanhar – sim, sou dessas – acabei não harmonizando a Rabbit Hole com nenhum prato. Ela acabou sendo a minha sobremesa – e se saiu muito bem nesse papel.

Fui para casa pensando na Rabbit Hole e no nosso próximo encontro. É daquele cervejas que a gente tem certeza que vai repetir quantas vezes for possível.

A novinha tá de parabéns!

Depois de uma breve pesquisa, descobri que não fui só eu, a diferentona, que se deixou apaixonar por esse lançamento da Hocus Pocus.

Com pouquíssimo tempo de “vida”, a Rabbit Hole já é a melhor Imperial Stout do Brasil pelo aplicativo Untappd. Ela também foi eleita a melhor cerveja – sim, entre todas – do Mondial de La Bière 2017. Merecidíssimo!

aplausos para a cerveja rabbit hole
Bravo!

E você, já provou a cerveja Rabbit Hole? O que achou? Me conta aí nos comentários.

Se ainda não teve a chance de degustar essa cerveja, aproveite que ela acabou de chegar ao Bro’s Beer (que entrega para todo o Brasil).

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